Open Finance e Liquidez Empresarial: As Novas Regras do Crédito Corporativo

Com a taxa Selic em patamares elevados e o crédito tradicional cada vez mais seletivo, 2025 se consolida como o ano em que as empresas precisam repensar profundamente sua gestão financeira. Dentre os principais afetados, os pequenos e médios distribuidores muitas vezes negligenciados pelas grandes instituições financeiras enfrentam desafios mais severos.

É nesse contexto que iniciativas como o Open Finance, combinadas ao avanço de fintechs com soluções mais ágeis e menos onerosas, estão criando uma nova lógica no acesso ao capital. Este artigo examina como a comunicatividade e a abertura de dados proporcionadas pelo Open Finance, aliadas à atuação das fintechs, estão democratizando o crédito e tornando a liquidez empresarial mais acessível, especialmente para quem não fatura R$100 milhões por ano.


O Crédito Tradicional Está Perdidamente Desalinhado com a Realidade do Distribuidor Médio

Historicamente, os grandes bancos têm priorizado empresas de grande porte, com alto faturamento e baixa exposição a risco. Na prática, isso significa que pequenos distribuidores mesmo que financeiramente organizados e consistentes em suas vendas ficam à margem de condições competitivas de crédito.

A lógica atual do sistema bancário impõe barreiras como:

  • Altas taxas de deságio para antecipação de recebíveis;
  • Excesso de burocracia e exigência de garantias reais;
  • Falta de sensibilidade ao ciclo operacional de setores como distribuição e atacado.

O resultado? Empresas financeiramente saudáveis, mas fora do radar bancário, recorrem a soluções emergenciais com alto custo ofertadas pelos bancos aos quais são afiliados. É o desequilíbrio ideal para erosão de margem e perda de competitividade.

Fintechs e Novos Modelos: Crédito com Menos Deságio, Mais Agilidade e Foco no Cliente

Com base no ecossistema criado pelo Open Finance e pela digitalização dos processos financeiros, novas fintechs têm ocupado um espaço que os bancos tradicionais deixaram vazio: o atendimento especializado para o pequeno e médio distribuidor.

Essas plataformas nascem com DNA tecnológico, e isso traz vantagens como:

  • Processos 100% digitais, com análise em tempo real;
  • Taxas de deságio menores, ajustadas ao perfil de recebíveis e não apenas ao CNPJ;
  • Operações sob demanda, sem obrigatoriedade de contratação contínua ou limites pré-fixados.

Além disso, muitas dessas fintechs operam integradas a ERPs, o que facilita a antecipação de recebíveis sem rupturas na rotina operacional. O resultado prático é previsibilidade de caixa com menos custo e mais flexibilidade.

Nesse sentido, a Anbetec também se destaca ao oferecer ferramentas de automação financeira (RPAs) que reduzem o tempo gasto em tarefas operacionais e permitem que o time financeiro foque em análises estratégicas, aumentando a eficiência da gestão e a capacidade de tomada de decisão.

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Conclusão: O Futuro do Crédito Está Menos Bancário e Mais Inteligente

Em 2025, a transformação do crédito empresarial não está acontecendo nos balcões das agências, mas dentro das empresas, nas APIs dos ERPs e nas integrações das fintechs. O Open Finance democratizou o acesso a dados e abriu caminho para soluções mais justas, sob medida e sem os vícios dos modelos antigos.

Para os distribuidores que tradicionalmente ficaram fora da mira dos grandes bancos, essa nova realidade representa uma libertação. O acesso ao capital agora depende menos de tamanho e mais de comportamento financeiro, de tecnologia e de estratégia.

É nesse cenário que a inteligência na gestão de liquidez se torna diferencial competitivo. E algumas plataformas já nascidas dentro do ecossistema do distribuidor, com tecnologia e integração real ao ERP se consolidam como aliadas nesse novo ciclo.

O futuro da liquidez já começou. E ele é digital, integrado e orientado por dados. Algumas iniciativas, inclusive, já estão viabilizando a antecipação de recebíveis diretamente vinculados à nota fiscal, com base no comportamento do cliente pagador. Através de estruturas FIDC e integração a sistemas de gestão, é possível transformar uma simples nota em liquidez imediata com segurança, agilidade e taxas mais justas.

E a Anbetec entrou nessa nova era com tudo, nosso intuito é apoiar o empresário a ter mais fôlego no fluxo de caixa, com taxas mais atrativas e com um processo rápido e fácil. Se a sua empresa deseja experimentar esse modelo na prática, a Anbetec disponibiliza a plataforma Essa Eu Pago, onde é possível simular uma antecipação com poucos cliques, direto do seu ERP.

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